Este diagnóstico destina-se a aferir o estado do despertar da espiritualidade, não tem como objectivo avaliar se a Inteligência Espiritual ou QS se é baixo ou elevado, mas simplesmente permite ter uma ideia do grau de consciência.
Tornar-se-á mais eficaz se as respostas forem humildes e honestas e desprovidas de qualquer juizo de valor ou expectativas, como se fosse uma simples conversa entre o coração e a consciencia.
in, Fundação do Ser (http://www.fundacaodoser.com/)
Inquéritos: Integrated Human Performance
Link para aceder gratuitamente ao inquérito: https://spreadsheets.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dE1UYkNkVW5wUkl4aVBmWHp4Zk1YVVE6MQ
A Magia da Vida
O Tarot dá uma Luz!
Procurar um significado para a Vida e o que estamos cá para cumprir... É necessário ter a coragem para mudar e passar pelo caminho da dor, como via para fortalecer a evolução espiritual, a alma ou conhecer os próprios limites.
A evolução do Ser, procurando a conexão com a sua essência avançando no caminho da cura.
Procurar um significado para a Vida e o que estamos cá para cumprir... É necessário ter a coragem para mudar e passar pelo caminho da dor, como via para fortalecer a evolução espiritual, a alma ou conhecer os próprios limites.
A evolução do Ser, procurando a conexão com a sua essência avançando no caminho da cura.
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012
Mas afinal de contas o que é a Espiritualidade?
(...)
Parece que finalmente a palavra Espiritual, está a deixar de pertencer aos domínios das religiões e crenças dogmáticas e a passar a ser aceite como um aspecto fundamental de todo o ser humano, assim como os restantes aspectos físicos, mentais e emocionais.
Todo o ser humano é mental, emocional, físico e espiritual, o que não significa que tenha que ser religioso, mas, graças à consciência ainda predominante, a crença de que a alma ou a essência do ser é domínio das religiões, ainda é muito forte e por isso mesmo o tema “espiritualidade” ainda é olhado com alguma desconfiança ou descrédito por parte de toda uma sociedade que se diz racional e que por segurança (do seu ego) assenta os seus pilares em medidas materiais provenientes de princípios Newtonianos entre outros.
Mas, se a era do materialismo-ciêntifico foi e é tão importante para o nosso desenvolvimento e conforto, primeiro porque permitiu questionar o monoteísmo existente que baseava tudo na fé, criando pontes para que o homem procurasse respostas por si e segundo porque nos trouxe o avanço tecnológico que esteve na base da revolução industrial, porque é que o aspecto “espiritual” passou a ser considerado tabu?
O conceito que está plasmado no inconsciente do ser humano é que a espiritualidade é inimiga da ciência e vice-versa, é como se uns pertencessem a uma equipa de futebol e outros fossem a equipa adversária, quando no fundo a equipa é a mesma mas cada um tem uma função específica no todo que é o Ser.
Mas afinal de contas o que é a Espiritualidade e porque é que é tão importante e ao mesmo tempo tão assustadora?
Não é mais nem menos do que o conhecimento profundo sobre nós próprios, ou seja a consciência do nosso próprio universo. É assustadora, porque ao tomarmos consciência de quem realmente somos dificilmente conseguiremos continuar a viver ou a aceitar determinados valores ou experiências nas nossas vidas, o despertar da nossa espiritualidade poderá pôr em causa tudo o que aprendemos ou tudo o que julgamos saber, e é obvio que o nossos aspectos mentais e emocionais não estão preparados para isso, até porque desde há muito que eles são convenientemente formatados para serem seguidores.
O despertar da consciência da humanidade irá com certeza pôr em causa todos os sistemas de controlo implantados há milénios, e que nós transportamos geração após geração, e isso ainda assusta, principalmente os controladores, que são os arquétipos, os padrões, os valores que fundamentalmente se alimentam da energia do medo.
Se olharmos à sociedade actual, à economia, às finanças, às religiões, à política, facilmente compreenderemos que todas elas estão fundamentadas no pilar da separação, ou seja existem uns e outros, expressões como competitividade, concorrência, disputa, ser melhor ou ser pior, são o prato cheio para quem defende que há que “dividir para reinar” o que por si só é uma ilusão, o que nos leva a um caminho extremamente reactivo, ou seja, assistimos hoje a políticas, finanças, planos económicos, relações e práticas religiosas perigosamente emocionais e nada eficientes que nos poderão empurrar para o abismo social e humano. Mas acredito que é o caminho necessário para que possamos finalmente olhar para o aspecto mais profundo dentro de nós próprios, que é a nossa essência ou a nossa verdade, e só assim iremos compreender que a separação é uma ilusão.
A espiritualidade é o que nos permite distinguir das formigas, que relativamente ao humano, elas só têm a consciência do seu pé, não tendo nenhuma percepção do resto do corpo, o mesmo acontece connosco quando não estamos espiritualmente despertos, simplesmente acreditamos que só existe em nós o que percebemos com os 5 sentidos físicos, o que é muito pouco e de facto limitado, ignorando todo o outro corpo enorme e poderoso que nos sustenta e nutre, que é a nossa essência ou a nossa consciência maior.
Agora faço uma pergunta simples, a quem poderá interessar que o ser humano descubra que não é um ser dependente, frágil e limitado e por isso submisso a um conjunto de regras e leis tão pouco “humanas” no sentido da “uma unidade”? Talvez a todos que defendem a expressão “dividir para reinar”, ou a todos os nossos aspectos que necessitam de controlar tudo, neste caso o mental e o emocional. O que eu quero dizer com isto, é que por incrível que pareça o maior obstáculo ao nosso despertar espiritual é o nosso próprio mental/emocional, estes aspectos preferem manter-nos na ilusão que somos dependentes e que necessitamos ter alguém, um mestre, um guru, um governo que nos proteja e ilumine, e de preferência que seja alguém que não agite muito as águas, do que aceitarem que esse mestre está dentro de nós e que tem a sua própria verdade.
Já imaginaram o que seria das grandes instituições se de repente as pequeninas começassem a perceber que não precisam delas para nada? Ou dos “lideres” que já não obtivessem mais adeptos em nome da protecção, ou das relações fundamentadas no mais forte ou no mais fraco?
Já imaginaram se verdadeiramente pudéssemos praticar o verdadeiro livre arbítrio, de acordo com a nossa vontade interior ao invés da nossa vontade emocional, tão subtilmente manipulada por tudo aquilo que nos chega do exterior através dos cinco sentidos?
Arrisco a dizer, que poderíamos nos tornar perigosamente mais felizes, prósperos, solidários, criativos e acima de tudo Livres.
Mas para que esse “perigoso” despertar aconteça, e uma vez que a sociedade em geral sofre de um sono muito profundo, o barulho do despertador terá que ser no mínimo estridente e insistente, para que não voltemos a adormecer novamente. Todas as quedas de estruturas que estamos a assistir e há muito previstas, fazem parte desse despertar global, chama-se a este processo “não ficar pedra sobre pedra”, porque só assim poderemos construir o novo e abandonarmos de vez as velhas formas.
É urgente uma nova consciência política, financeira, económica, social entre outras, mas ainda continuamos a tentar reanimar o velho, o que já foi e já não é mais. Eu sei que não é fácil mudarmos, mas não temos alternativa, por isso há que deixar o medo de lado e seguir em frente com novas abordagens aos problemas. Todos os dias assistimos á nossa classe política com uma pá na mão a desenterrar mortos, aos economistas e financeiros com os seus velhos modelos nas mãos a defenderem o que já não funciona, ao povo que somos todos nós à espera de um salvador, às conversas ou monólogos dos grandes empresários a dizerem mais do mesmo, ou seja nada que efectivamente mude a nossa realidade, às crianças e jovens desnorteados porque não revêem em nós os modelos de prosperidade e abundância que tanto necessitam, muito pelo contrário.
Mas então o que podemos fazer? Qual a solução?
Primeiro que tudo, parar! É urgente parar, desligar o motor, só assim deixaremos de estar sob a pressão tão conveniente dos movimentos exteriores a nós próprios, e deixando de estar sob pressão, conseguiremos ouvir com melhor clareza o que a nossa essência tem para nos sugerir, e neste caso refiro-me também à essência de Portugal. Mais vale fazer uma cura total do que andarmos constantemente a colocar pensos rápidos, mais vale ouvir todos os nosso órgãos do que simplesmente o fígado ou o coração porque aparentemente é o que dói mais, mas para conseguirmos ouvi-los, precisamos desentupir os nossos canais auditivos de censura, julgamento, opiniões próprias, medos, arrogância, etc, em seguida é necessário criar um plano que envolva todos e afecte todos da mesma maneira, sem que os interesses de uns se sobreponham aos interesses do todo. Tenho consciência que nesta altura muitos dirão “Isso é uma utopia” e eu respondo: Já foi! Agora, é a única alternativa e assim o tempo o dirá….é só uma questão de tempo, ou então como dizem os mais cáusticos, de sofrimento.
É importante tomar consciência que as lideranças dos próximos tempos, serão lideranças de mudança, o que significa que não ficarão por muito tempo, farão o seu papel e entregarão aqueles que têm como missão estabelecer um novo mundo, os jovens. E por isso carreirismo político ou empresarial nesta altura está fora de questão, e quem está sentado ou quer se sentar na cadeira do poder para sempre, que tome muito cuidado, porque a própria história de Portugal diz-nos que isso pode ser muito perigoso.
Estamos todos firmes no nosso posto para apoiar a mudança, com todos os aspectos menos agradáveis que possa trazer, desde que seja realmente uma mudança de consciência, de atitude, de visão em que o grande propósito seja a construção de um mundo mais equilibrado e justo, e ao contrário do que pensamos, nós não somos pequenos. Somos um povo grande em alma, em sabedoria e em coragem, está na altura de despertarmos e lembrarmo-nos de quem somos.
Povo Lusitano, povo de luz.
O verdadeiro significado da nossa bandeira, representa o sangue que se mistura com o pó e do nada se faz o todo.
Cristina Leandro Faria
Fonte: Extraído de artigo publicado pela Fundação do Ser em http://www.fundacaodoser.com/
Domingo, 8 de Janeiro de 2012
SOU COMO SOU...
Já escondi um amor com medo de perdê-lo
Já perdi um amor por medo de escondê-lo.
Já segurei as mãos de alguém por estar com medo...
Já tive tanto medo, ao ponto de não sentir as minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava da minha vida,
Já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono
Já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos...
Já acreditei em amores perfeitos,
Já descobri que não existem...
Já amei pessoas que me decepcionaram,
Já decepcionei pessoas que me amaram...
Já passei horas na frente do espelho, tentando descobrir quem sou,
Já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir...
Já menti e me arrependi depois,
Já falei a verdade e também me arrependi...
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena,
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza,
Já chorei de tanto rir...
Já fingi não dar importância à pessoa que amava
Para mais tarde chorar quieta em meu canto...
Já tive crise de riso quando não podia...
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar
Já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar a uns,
Outras vezes falei o que não pensava para magoar outros...
Já fingi o que não sou para agradar a uns,
Já fingi ser o que não sou para desagradar a outros...
Já contei piadas e mais piadas, sem graça
Apenas para ver um amigo mais feliz...
Já inventei histórias de final feliz
Para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais,
Ao ponto de confundir com a realidade.
Já tive medo do escuro,
Hoje no escuro “me acho, me agacho... fico ali”...
Já caí inúmeras vezes, achando que não iria me reerguer,
Já me reergui inúmeras vezes achando que não iria mais cair...
Já liguei para quem não queria
Apenas para não ligar para quem realmente queria...
Já corri atrás de um carro
Por ele levar alguém que eu amava embora...
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo dum pesadelo,
Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda...
Já chamei pessoas próximas de “amigos” e descobri que não eram;
Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram.
Não me dêem fórmulas certas,
Porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim,
Porque vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou.
Não me convidem a ser igual,
porque sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade.
Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma,
Mas com certeza não serei a mesma pra sempre.
Se algum dia alguém lhe perguntar quem sou eu...
Diga que sou intimamente desconhecida,
Que me amou ou odiou pelos meus olhos
Pois neles estão todas as minhas verdades.
Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012
A Comunicação Silenciosa
:: Elisabeth Cavalcante ::
A forma mais eloqüente de comunicação é aquela que acontece independente das palavras. Quando conseguimos estabelecer uma conexão com outros seres humanos através do coração, -a perfeita sintonia realizada pela energia do amor-, as palavras se tornam desnecessárias.
Para atingir tal capacidade, é preciso, antes de tudo, que estejamos com nossa sensibilidade plenamente desperta. Seres humanos fragilizados, escravos de suas emoções negativas, não conseguem abrir seus canais de percepção para sentir sua própria energia amorosa, nem a de seus semelhantes.
O primeiro passo para se libertar desta prisão, é observar nossas reações emocionais e buscar dentro de nós as causas para a ansiedade e a angustia que nos atormentam.
Somente quando conseguimos identificar as raízes desta negatividade é que a luz começa a surgir, ainda que timidamente, apontando-nos a rota para a saída.
É claro que o processo é longo e, muitas vezes, doloroso, mas a existência é generosa demais para com aqueles que desejam com toda a força de seu coração, libertar-se do sofrimento.
Ela sempre colocará em nosso caminho seres dispostos a nos estender a mão, e nos ajudar a vencer o medo e a resistência que nos impedem de ir ao encontro de nossa própria luz.
"Amor invoca amor e ódio invoca ódio. Tudo aquilo que nós damos retorna para nós. Essa é uma lei eterna. Assim, tudo aquilo que você deseja receber, é aquilo que você deve dar ao mundo. Você não pode receber flores em retribuição a espinhos.
...o amor nos junta e faz com que muitos se tornem um. Corpos físicos estão separados e continuarão separados, mas existe alguma coisa por trás dos corpos que se encontra no amor, que se torna um através do amor.... A comunicação só é possível no amor.
...E lembre-se de que somente quando alguém ouve com o coração, e não com a cabeça, é que o ouvir acontece. Você pode me perguntar, 'o coração também ouve?' e eu lhe direi que sempre que o ouvir acontece, é sempre através do coração. A cabeça nunca ouviu qualquer coisa. A cabeça é uma pedra surda. E isso também é verdadeiro quanto ao falar. Somente quando as palavras vêm do coração, elas são cheias de significado. Somente quando as palavras vêm do coração, elas têm a fragrância das flores frescas; se não for assim, elas serão apenas envelhecidas e murchas, elas serão artificiais - flores plásticas.
...Palavras são indicações muito impotentes, mas se ouvidas em paz total da mente e em silêncio, elas se tornam potentes. Isso é o que eu chamo de ouvir com o coração.
Mas, geralmente, mesmo quando ouvimos alguém, nós permanecemos cheios de nossos próprios pensamentos. Esse é o 'falso ouvir'. Então você não é um shravak, um ouvinte. Você está apenas sob a ilusão de que você está ouvindo, mas de fato você não está.
Para 'ouvir corretamente', é necessário que a mente esteja em estado de observação, completamente silenciosa. Quando você está apenas ouvindo e nada mais está fazendo, somente então você será capaz de ouvir e compreender, e essa compreensão se tornará luz e transformação dentro de você.
Se assim não acontecer, então você não está ouvindo a quem quer que seja, mas apenas a si mesmo, você permanece cercado por um tumulto enfurecido dentro de você. E quando você está envolvido dessa maneira nada pode ser comunicado a você. Então você parece estar vendo, mas não está; você parece estar ouvindo, mas não está.
Cristo disse: 'aqueles que têm olhos para ver, que vejam. Aqueles que têm ouvidos para ouvir, que ouçam.' Estava ele dizendo que as pessoas não tinham olhos nem ouvidos? É claro que elas tinham olhos e ouvidos, mas a mera presença de olhos e ouvidos, não é suficiente para ver e ouvir. Algo mais é necessário e sem isso a existência ou não existência de olhos e ouvidos dá no mesmo. Aquele algo mais é o silêncio interior e a consciência observadora. Somente quando essas qualidades estão presentes é que as portas da mente se abrem e algo pode ser dito e ouvido.
Da mesma maneira que tudo é claramente refletido através de um lago totalmente calmo, sem ondas, também é verdade que o divino será refletido em você quando você se tornar calmo e quieto como o lago.
...Estenda seu corpo no chão confortavelmente e deixe todos os seus membros se relaxarem completamente. Feche seus olhos e por cerca de dois minutos sugira a você mesmo que o corpo está relaxando. Gradualmente o corpo se tornará relaxado. Então, por dois minutos sugira que sua respiração está se tornando quieta e sua respiração se tornará quieta. Finalmente por outros dois minutos, sugira que seus pensamentos estão parando. Essa sugestão firme o levará a um completo relaxamento, tranqüilidade e vazio.
Quando a mente se tornar completamente calma, esteja completamente acordado em seu ser interior e seja uma testemunha dessa paz. Esse testemunhar levará você ao seu ser.
...A meditação atinge a perfeição no dia em que ela se torna desnecessária. Esse estado é o verdadeiro samadhi, iluminação.
...Quando a esperança é acompanhada por determinação e empenho, ela certamente se realiza".
OSHO - O caminho perfeito.
Fonte: Site Somos Todos Um
Autora: Elisabeth Cavalcante
Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral. São Paulo.
Email: elisabeth.cavalcante@gmail.com
Terça-feira, 22 de Março de 2011
GPS Energético
Energias predominantes em Portugal (*)
Período de 17/03/2011 a 20/03/2011
Período em que predomina a estabilidade, a bondade e a compaixão com diplomacia e rigor.
Estamos perante o convencionalismo, as formas conservadoras (individuais e institucionais) e os sistemas de crenças implantados. Se por um lado existe o conhecimento, o crescimento e o rigor, por outro lado, há que estar atento aquilo que vamos seguir.
Acompanha-nos neste percurso a organização, o método e a criatividade. As dificuldades são ultrapassadas com sucesso quando enfrentamos os desafios com ousadia e de forma destemida.
Novas mudanças podem surgir, seja modificações de vida, mudanças de casa, casamentos, pronúncias de nascimentos... Tudo coexistindo com harmonia e com segurança emocional.
Todos os nossos planos têm fortes possibilidades de se realizar, mas há que ser ousado e ter a coragem para o fazer... O caminho ainda não é conhecido, mas é necessário ter a vontade de iniciar o percurso.
Dia 17/03/2011 (5ª Feira)
Subimos mais um degrau na escada evolutiva do crescimento do Ser e da sua reconexão. Podem manifestar-se algumas mudanças bruscas, acompanhadas em simultâneo com a abertura de caminhos para uma nova evolução. É uma mudança de tempo e o começo duma nova era.
Podem aqui surgir novas ideias e o desenvolvimento de novos projectos, pois esta energia de mudança vem acompanhada pela criatividade e pelo surgimento de boas oportunidades, notícias e novos começos. É necessário fluir com o potencial de crescimento que este tempo proporciona.
As áreas mais favorecidas são o trabalho e as finanças e, enfim, tudo o que se relaciona com o lado material e com a abundância, em que boas notícias podem surgir.
A harmonia, o equilíbrio entre os relacionamentos, entre o corpo e a alma e a paz interior são as características mais marcantes. Há uma comunhão harmoniosa entre todos os elementos, com o ambiente e com todos os que nos rodeiam.
Mas para além de procurar a quietude e o equilíbrio há um apelo claro para a criatividade e para o desenvolvimento de projectos, que nesta fase poderão ter resultados muito bons.
Pode ser um momento de crescimento tanto a nível pessoal, como profissional e espiritual.
A plenitude, a felicidade e o equilíbrio perfeito com todos os elementos. Existe aqui a satisfação e a plena integração dos opostos. No plano em que nos movemos simboliza a realização pessoal, liberdade e ausência de medo.
Existe um clima propício e de confiança para arriscar nos negócios e nos investimentos. Ao nível profissional é o tempo das recompensas, do êxito e das vitórias sobre os objectivos.
Mas a área mais favorecida é a dos relacionamentos onde existe a plena aceitação do parceiro ou dos outros, numa atmosfera de amor, sedução e suavidade.
Uma viragem na tendência energética verificada para o presente período, em que se apresenta o lado sombra e mais obscuro, tanto a nível pessoal como também no meio ambiente que nos rodeia.
Ao nível interno, esta energia pede-nos para enfrentarmos com o coração os nossos medos, prisões, vícios e obsessões, não é mais o tempo para manter em segredo ou não querer admitir; é necessário enfrentar e deixar as emoções soltarem-se, ou simplesmente ser conciliador e benevolente.
Ao nível externo, e tendo presente a energia predominante do período, ela alerta-nos para sermos cautelosos com os abusos do domínio, para a desumanização, para os excessos desenfreados e irracionais.
Adverte-nos para usarmos mais a ousadia e sermos mais astutos, de modo a libertarmo-nos das prisões ou dependências. Cuidado com os excessos.
(*) Ressalvo que, esta análise das energias predominantes em Portugal, ela é feita para O Todo, não tendo em conta os processos individuais de cada um.
O GPS Energético semanal é uma colaboração com a Fundação do Ser.
Contactos:
http://www.fundacaodoser.com/
http://institutoeusou.wordpress.com/
Quinta-feira, 10 de Março de 2011
GPS Energético Semanal
Energias predominantes em Portugal (*)
Semana de 06/03/2011 a 12/03/2011
“Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.”, Hermann Hesse
Semana de evoluções positivas pela aprendizagem sobre si próprio. Sente-se a necessidade de evolução e crescimento espiritual e diversos questionamentos podem surgir neste percurso. É uma energia reveladora da nossa verdadeira natureza e ao mesmo tempo iluminadora.
Podemos questionar - O que fazer para dar um maior sentido à minha vida?
Assim, surge o estímulo para deixar as crenças, os dogmas e até mesmo alguns dos comportamentos que adoptámos e que deixaram de fazer sentido.
Pode ser um bom momento nos estudos para uma melhoria profissional, investigações científicas ou mesmo questões ideológicas ou filosóficas.
Dia 06/03/2011 (Domingo)
A alegria de viver, com confiança e entusiasmo são os aspectos mais marcantes do dia. Existe como que uma força impulsionadora que conduz a uma maior consciência e integração onde a identidade fica mais definida.
Pode ser um tempo de felicidade, grandiosidade, vigor e êxito, que se manifesta tanto no exterior como no interior.
Dia 07/03/2011 (2ª Feira)
Uma nova lucidez intelectual, fase em que novas ideias e novos projectos podem surgir espontaneamente, como que do nada. Uma nova vontade de seguir em frente e de enfrentar o imprevisto, o que pode implicar pontos de ruptura. Esta energia criativa é também propícia a novos começos e empreendimentos.
Dia 08/03/2011 (3ª Feira)
Calma, prudência e lucidez na tomada de decisões. Não é o momento para avançar com novos projectos. É um momento de paralisação e serenidade, pois o que quer que seja que possa surgir, pode esperar. É apenas um tempo de pausa, e não de desistência – e esta até pode ser uma pausa confortável, em que reunimos forças e depois voltamos no nosso melhor...
Dia 09/03/2011 (4ª Feira)
Temos o momento propício para a tomada de decisões e escolhas, onde a emotividade se destaca. Pode haver aqui uma expressão aberta dos sentimentos e uma profunda conexão com o eu interior. No campo profissional aconselha-se calma nas decisões e procure as respostas no seu interior, nos relacionamentos pode ser um momento de solidão e de introspecção.
Dia 10/03/2011 (5ª Feira)
Podemos ser confrontados com o conformismo, com o peso das regras existentes ou situações que já não têm mais graça nem geram entusiasmo. Debatemo-nos com algo que já não é novo nem inovador e que pode ser desgastante. Mas a porta de saída pode ser seguir o coração, com entrega e sem medo, rumo à realização dos nossos desejos.
Dia 11/03/2011 (6ª Feira)
Renovam-se as categorias, a inspiração e a esperança. Situações novas e muito boas podem surgir e que serão para durar. Reconquista-se a motivação, visualizamos, duma forma mais clara e serena, um novo caminho. A confiança está presente e, com ela, boas perspectivas de atingir metas em todas as áreas. É o momento de aceitar oportunidades.
Dia 12/03/2011 (Sábado)
É o tempo de mudança, de desligar e partir para algo melhor. São novos inícios que esperam por nós. Mas quando partimos, em busca de algo melhor, porque a situação presente já não satisfaz, partimos com a incerteza e não só... nas despedidas está sempre contida alguma tristeza e dor. Mas esta é uma saída inevitável.
(*) Ressalvo que, esta análise das energias predominantes em Portugal, ela é feita para O Todo, não tendo em conta os processos individuais de cada um.
O GPS Energético semanal é uma colaboração com a Fundação do Ser.
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Segunda-feira, 7 de Março de 2011
Amor
Quanto mais envelhecia, quanto mais insípidas me pareciam as pequenas satisfações que a vida me dava, tanto mais claramente compreendia onde eu deveria procurar a fonte das alegrias da vida. Aprendi que ser amado não é nada, enquanto amar é tudo (...).
O dinheiro não era nada, o poder não era nada. Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder, e mesmo assim era infeliz.
A beleza não era nada. Vi homens e mulheres belos, infelizes, apesar de sua beleza.
Também a saúde não contava tanto assim. Cada um tem a saúde que sente.
Havia doentes cheios de vontade de viver e havia sadios que definhavam angustiados pelo medo de sofrer.
A felicidade é amor, só isto.
Feliz é quem sabe amar. Feliz é quem pode amar muito.
Mas amar e desejar não é a mesma coisa.
O amor é o desejo que atingiu a sabedoria.
O amor não quer possuir.
O amor quer somente amar.
Hermann Hesse
Terça-feira, 14 de Dezembro de 2010
Um Ponto de Luz!
O ser humano ainda não aprendeu a conhecer as belezas da solidão. Ele está sempre ansiando por algum relacionamento, ansiando por estar com alguém... e esquece, de alguma maneira, que está só... que nasceu só, morrerá só e, não importa o que faça, você vive só.
A solidão é algo tão essencial a seu ser que não há maneira de evitá-la. Todos os esforços dirigidos a evitar a solidão falharam e falharão, porque são contrários a que você se torne consciente da sua solidão...
E é tão lindo experienciá-la, senti-la porque ela o liberta da multidão, do outro. É a nossa libertação do medo de estarmos sós.
“Solidão” significa simplesmente ser completo. Você é inteiro, não precisa de ninguém para completá-lo. Assim, tente descobrir seu centro mais profundo onde você está sempre só, sempre esteve só... tão pleno, tão completo e tão transbordante com todas as seivas da Existência que, tendo provado sua solidão, a dor do coração desaparecerá.
Em seu lugar, um novo ritmo de imensa suavidade, paz, alegria e bem-aventurança estará presente. Isso não significa que uma pessoa que está centrada na sua solidão não possa fazer amigos. Na realidade, só ela pode fazer amizades, porque agora isso não é mais uma necessidade, é simplesmente um compartilhar!
in “Pepitas de Ouro” - OSHO
Sexta-feira, 23 de Julho de 2010
Amor Incondicional
(1920 - 2010)
"O amor é a poesia dos sentidos.
Ou é sublime, ou não existe.
Quando existe, existe para sempre
e vai crescendo dia a dia."
Honoré de Balzac
O amor incondicional é aquele que irradia da essência do Ser de forma espontânea, genuína e sublime, sem pedir licença para o ser ou acontecer, apenas é!
Não prende, não limita, não condiciona, não julga, não provoca dor.
É um estado de elevação vibracional, duma entrega absoluta e plena em que se atinge o êxtase.
Não necessita do corpo físico, pois seus padrões vibracionais são tão elevados, que ele vibra no plano energético.
É a entrega plena e desprendida, sem esperar nada em troca, feita com gratidão e compaixão.
Se há amor, não há apego, simplesmente partilha, partilha em profundo relaxamento ... e liberdade.
Que todos nos possamos sintonizar nesta energia e sentir a sua vibração!!!
Segunda-feira, 5 de Julho de 2010
Alinhamento Espiritual
Da mesma forma que uma pessoa deixa de andar na grande avenida, quando entra num beco, algumas pessoas se permitem entrar em becos emocionais – dentro delas mesma.
E, quando fazem isso, saem da grande avenida da vida e entram em climas obscuros.
Dentro do beco escuro de seus recalques e emoções mal resolvidas, tornam-se vítimas de si mesmas, presas de monoideísmos variados e sob sérios riscos de estagnação psíquica. E, o pior: na escuridão do beco também estão entes estranhos, ligados por sintonia espiritual, nas mesmas condições doentias.
Quem se prende em emoções densas, perde a liberdade de transitar pelas grandes vias da consciência lúcida e sadia. Porque, para ser livre, é preciso coragem de romper com os padrões antigos e desgastados, e abraçar a Luz, de frente, sem medo do Amor Real.
Em contrapartida, quem abraça o ódio, torna-se escravo de si mesmo e paga o preço alto de andar na companhia de seres trevosos, que se ligam psiquicamente em sua aura e aderem ao seu corpo espiritual , configurando, assim, um processo de simbiose psíquica deletéria. Isso porque o “semelhante atrai o semelhante!”
Por isso, os mentores espirituais de todas as tradições sempre aconselharam aos homens a extirparem as ervas daninhas da arrogância e da intemperança de seus “jardins internos”, de suas vias conscienciais (mentais, emocionais, e vitais).
O coração do homem é lar da Luz, e não pode ser corrompido, de forma alguma.
Urge que cada um se aperceba da necessidade de enfrentar os seus medos e desilusões, caminhando em frente, resoluto, para a avenida do bom senso e da Luz.
Vencer a si mesmo, essa é a tarefa magna do Ser. E isso não é um jogo de palavras místico, é a realidade chamando para o real despertar da consciência.
Ficar no beco escuro de si mesmo é uma forma de autodefesa do ego, mas impede a caminhada do Ser pelas largas avenidas da consciência cósmica. E empata a expressão criativa e a alegria de viver e amar. A senda é em todo lugar, menos no beco.
Para evitar a Luz do esclarecimento, muitos se escondem atrás de padrões psíquicos de auto-sabotagens variadas. E fazem isso como se fosse algo natural escorar-se nas trevas de dentro delas mesmas. E, como vários espíritos desencarnados fazem isso também, uma coisa leva a outra… Então, os corações se tornam prisões e se encontram no mesmo beco, sujeitos aos intercâmbios conscienciais doentios.
Os becos de dentro estão cheios de auto-culpas e emoções desencontradas. São como “cacos psíquicos” espetando os pés de quem fica por ali. Mesmo assim, os homens teimam em não ir para a via luminosa que os chama para o progresso e a manifestação sadia e consciente. Preferem ruminar emoções e apegos variados… E, muitas vezes, regurgitam isso como condições psíquicas negativas, ou tendências autodestrutivas, de difícil solução.
O Alto só pode apontar a direção das vias luminosas e exortar os homens a se esforçarem mais em suas jornadas internas. Compete aos próprios homens o esforço de se movimentarem em direção à Luz, saindo dos becos escuros e vencendo a si mesmos.
As trevas são sedutoras e enganosas, e parecem confortáveis, mas drenam as energias e adoecem o Ser. E formam correntes de dor por entre os inumeráveis planos de manifestação, ligando, assim, encarnados e desencarnados nos intrincados processos das obsessões espirituais.
Por isso, o Alto exorta novamente os homens: “Avante! Saiam dos seus becos escuros e rumem para a Luz! Curem-se das desditas e malefícios gerados por suas escolhas e atitudes equivocadas. Reajam contra a corriola dos pensamentos negativos que assediam suas mentes, e exonerem o próprio coração das mágoas e sujeiras psíquicas. Escorem-se na Luz e implementem mais criatividade e alegria em suas vidas. Não se deixem enganar: o lugar de vocês é na Luz, sempre foi…”
Despertar a consciência é preciso! Então, avante, para a Luz… Porque, quem quer mais Luz, que seja Luz.
Paz e Luz.
- Ramatís e Os Iniciados*** -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 12 de fevereiro de 2010)
in, http://institutoeusou.wordpress.com/
Domingo, 2 de Maio de 2010
FELIZ DIA DA MÃE
Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas lutam por aquilo em que acreditam.
Elas levantam-se contra a injustiça.
Elas não aceitam um “não” como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.
Elas andam sem sapatos novos para
que os seus filhos os possam ter.
Elas choram quando os seus filhos adoecem
e alegram-se quando os seus filhos ganham prémios.
Elas ficam contentes ao falarem de um aniversário
ou de um novo casamento.
Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas lutam por aquilo em que acreditam.
Elas levantam-se contra a injustiça.
Elas não aceitam um “não” como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.
Elas andam sem sapatos novos para
que os seus filhos os possam ter.
Elas vão ao médico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.Elas choram quando os seus filhos adoecem
e alegram-se quando os seus filhos ganham prémios.
Elas ficam contentes ao falarem de um aniversário
ou de um novo casamento.
Pablo Neruda
Sexta-feira, 23 de Abril de 2010
A Coragem para se ser quem se é
FLUTUANDO ENTRE MUNDOS
Manipulações invisíveis.
Jogos de culpa, quais sugestões pós-hipnóticas subliminares.
Raciocínios de maquiavel e astúcia sibilina.
Insinuações transparentes no éter, mas molhadas, que as pessoas jogam umas com, e contra as outras, sem as mãos.
Tudo isto encoberto por uma enorme camada de medo e de milhões de acordos tácitos assinados por todos os cobardes ao longo dos tempos; a sensibilidade de um artista pode toldar-lhe a fama mas não deve toldar-lhe a clareza da visão.
Ser fiel a si próprio é um desafio extraordinário num mundo de acordos implícitos, em que toda a gente anuiu em manipular-se subtilmente, sendo que todos o fazem, todos o sentem, todos o reconhecem e ninguém fala nisso. (...) Ninguém ousa expressar emoções de vida. Aguenta-se. Carrega-se. Suporta-se. Tolera-se. Aguenta-se. Aguenta-se. E disfarça-se.
Não nos atrevemos a expressar vida ou sentimentos, honrando a Coragem que exige sermos fiéis a nós próprios, porque corremos o risco de assustar os outros, afastá-los, levá-los a abandonarem-nos. (...)
É verdade que em bebés, o abandono é a garantia da morte. Como adultos, no entanto, ser-se abandonado significa somente ser deixado a sós com a sua própria manipulação e a frustração da sua própria impotência. Sozinhos com nós próprios, o resultado final do ciclo anterior e o motor inevitável da próxima fuga para a frente: o paradigma do que é intolerável numa era de transição da manipulação emocional inconsciente para o apelo da Liberdade enquanto mais e mais irmãos de jornada despertam para a realidade da Alma.
E por isso, por esse mesmo medo não nos denunciamos nas nossas manipulaçõezinhas vis e subtis mútuas. Estamos todos ligados... mas enquanto não despertamos para a Alma não é pelos corações que nos unimos; é pelos sentimentos de medo e pelas frequências mentais semelhantes. A esse nível também somos uma unidade, mas uma unidade inconsciente... um enorme gigante adormecido, com o sol fraco em cada uma das células, brilhando no fundo das águas. Porque a verdadeira Unidade é consciente e implica rasgar, romper e evaporar essas águas, conquistar o poder de um Sol pessoal que brilha acima, apesar das águas, e será sob essa Luz que a verdadeira Unidade poderá voltar a ser conquistada.(...)
Mas no mundo da inconsciência das Águas, o acordo global do medo, da conivência, da concessão assustada e prevenida de um Sol apagado, é um drama colectivo de resposta individual. Para sobreviver dentro da matriz são necessárias estratégias de sobrevivência, e isso não é ainda a verdadeira Vida. "Eu tolero a tua manipulação, não porque tu me enganas - nunca me enganaste - mas para poder, eu próprio, continuar a manipular-te a ti" (e compensar-me assim energeticamente pelo facto de te permitir a ti manipulares-me a mim). Eu mordo no teu pescoço, e tu mordes no meu. O acordo de vampiros perfeito. Toda a gente se drena. Ninguém se denuncia. Chupai, chupai, como se não existisse amanhã.
E todo o desespero frenético de tentar culpabilizar os outros pelos nossos próprios sentimentos, como se nos aliviasse a dor demitirmo-nos da sua autoria ou quiséssemos entregar ao outro a responsabilidade de no-la curar, não é uma solução - é um problema acrescido. Quanto mais acreditamos que o outro nos está a "causar" o que sentimos ou pensamos, mais perdidos estamos do poder pessoal - não aquilo a que uma Humanidade adormecida chama "poder pessoal" como sombras da força física ou inteligência concreta, o património do mecenas, o dinheiro do milionário, o magnetismo da beleza rara, a quantidade de diplomas, tatuagens ou lobbies.
Mas o poder pessoal que é a primeira portagem. O que antecede, e sucede, a consciência. O poder de criar. O poder de amar. O poder de servir.
Urge ir além das grandes águas, essas que nos mantêm submersos e aquém do nosso próprio poder, do nosso próprio e divino-eterno Sol interno.
"... dos céus caiu uma estrela e os homens morreram das águas, que se tornaram amargas" (no Livro do Apocalipse)
© Nuno Michaels
Sábado, 3 de Abril de 2010
Sexta-feira, 26 de Março de 2010
A Viagem da Vida
começa com uma fagulha,
que desvenda o segredo
e acende o potencial criativo
que permite construir realidades.
A espiritualidade e a compaixão
abrem caminhos e traçam opções
para um ser em busca de equilíbrio
e que ilumina a solidão.
Ser capaz de tecer o destino
com a delicadeza da força
e aprender que do desapego nasce a
transformação.
Num processo alquímico
que transcende o ego,
reestruturando uma individualidade
plena de fé e esperança,
atravessa a noite escura da alma
e experimenta o amor universal,
ressurgindo qual fênix dançarina
dentro do uroboro.
Começo e fim.
Cristina Britto
in, http://www.magiadavida.com/
(A viagem do Louco, pelo Tarot e pela Vida)
Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
Até sempre

(...)
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,Saudade é o inferno dos que perderam,
é o gosto de morte na boca dos que continuam.
(...)
Pablo Neruda
8 de Fevereiro, de todos os anos
Fizeste parte da minha vida durante tantos anos e tanto deixaste ficar ...
Deste-me a Sabedoria – o teu Amor Incondicional.
Obrigada por todos os sorrisos... e que comigo ficaram!
Deste um novo sentido a esta minha existência, mudaste para sempre o sentido da minha vida e transformaste o contexto espiritual da minha alma.
Acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente.
Apenas nos iludimos julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros...
Mas comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre.
Até sempre ...
Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
No Mais Fundo de Ti !
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe.
Tudo porque já não soueu sei que traí, mãe.
o menino adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha - queres ouvir-me? –
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas - tu sabes - a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber.
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves
Eugénio de Andrade, "Os Amantes Sem Dinheiro"
Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
A Voz de um Anjo!
I dreamed a dream
I dreamed a dream in time gone by
When hopes were high and life worth living,
I dreamed that love would never die
I prayed that God would be forgiving.
Then I was young and unafraid,
When dreams were made and used and wasted.
There was no ransom to be payed,
No song unsung, no wine untasted.
But the tigers come at night,
With their voices soft as thunder,
As they tear your hopes apart
And they turn your dream to shame
And still I dreamed he'd come to me
And we would live the years together,
But there are dreams that cannot be
And there are storms we cannot weather.
I had a dream my life would be
So different from this hell I'm living
So different now from what it seemed
Now life has killed the dream
I dreamed.
Susan Boyle, escocesa, 47 anos, solteira... conseguiu vencer os preconceitos, procurou a sua oportunidade e venceu perante a arrogância, o desprezo e a vergonha. O seu desempenho vocal foi tão grande que a plateia foi ao delírio, com emoção e aplausos de pé, perante o seu extraordinário desempenho vocal. Ela é dona dum vozeirão e o mundo rendeu-se!! Ela tornou-se uma celebridade duma hora para a outra.
E porquê o espanto perante o seu sucesso? Porque é um rosto simples... é o sucesso de alguém que acreditou nos seus sonhos, mas tão simplesmente porque julgamos os outros, mesmo antes de conhecer o seu conteúdo e colocamos rótulos perante a aparência. Foi a melhor versão jamais interpretada para este tema “Les Miserables” – “I dreamed a dream”, inclusivé na opinião do produtor musical - Cameron Mackintosh.
Foi um choque ver alguém com aquela aparência cantando divinamente! Este foi e é o ponto a que chegámos...
Somos capazes de julgar os nossos semelhantes pela aparência, sem ao menos conhecermos o que nos podem oferecer, o julgamento baseado em padrões, esquecendo o que aqueles que julgamos nos podem oferecer – algo por vezes maravilhoso, inesquecível e único.
Alguém, que nunca foi aceite por ninguém, fora do estereótipo que faz sucesso, mas que SONHOU, algo que parecia impossível para alguém rejeitado.
ACREDITOU... e conquistou o mundo.
Arrancou lágrimas aos mais insensíveis, sendo apenas ela mesma, não correndo atrás de padrões de beleza, mas apenas com o seu Ser e com o que tem de mais genuíno e a sua beleza natural... A sua voz! Condenamos sumariamente as pessoas sem antes conhecê-las com a nossa mesquinhez tão ácida!
Aprendemos a lição que precisamos e temos ainda o privilégio... de olhar alguém nos olhos e ver para além do visível...
Uma mulher ignorada deu a volta por cima mostrando o seu talento da forma mais simples e desintegrou os preconceitos gerados pelos nossos pré-conceitos, porque ela dá uma lição de moral e ética à Humanidade tão mesquinha.
É necessário considerar a essência de cada um, a pureza que cada um carrega em si e não julgar pela aparência.
"Se um Homem avançar com confiança na direcção dos seu sonhos, empenhando-se em viver a vida tal como a imaginou, deparar-se-á com um sucesso inesperado nas horas vulgares."
Henry David Thoreau
Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
A Sombra Humana
Um Trabalho Sagrado
A brave new world...
A brave new world...
Ainda é capaz de se recordar de quando era criança? A maneira como era capaz de expressar todas as suas emoções sem reprimir o que quer que fosse? E é capaz de se recordar da idade que tinha quando lhe começaram a ensinar a ser bem educado e a reprimir estados emocionais considerados “maus”?
Muito provavelmente as pessoas à sua volta não olhavam com bons olhos a expressão de emoções fortes como a raiva, o medo, a mágoa e até a alegria desmesurada. Quantas vezes foi envergonhado por chorar, castigado por ficar com raiva, ridicularizado por mostrar medo, ou admoestado por mostrar orgulho por ser quem era?
E desde essa altura carregamos esse saco no nosso subconsciente, reprimindo uma grande parte de quem somos. Queremos agradar aos outros e queremos que alguém nos venha salvar. Este saco é o responsável por nos travar quando caminhamos em direcção aos nossos sonhos e à totalidade que sempre fomos. Algumas pessoas mal conseguem andar tal é o peso do saco que carregam.
Neste saco podemos encontrar tudo aquilo que pensamos que não somos ou não podemos ser. O problema desta situação, como Carl Jung afirmou, é que aquilo que não queremos ser não nos deixará ser. A isto Jung chamou de “Sombra Humana”.
A nossa sombra são todas as partes de nós que rejeitámos, deserdámos ou negámos. A sombra são as qualidades, positivas e negativas, que temos receio de mostrar aos outros. Na sombra de escuridão (negativa) poderá encontrar alguém com muita raiva, mágoa, inveja, mentira, ciúme, egoísmo. Na sombra de luz poderá encontrar alguém criativo, empreendedor, carinhoso, altruísta, saudável. E sem nos apercebermos podemos gastar uma grande parte da nossa energia a simplesmente manter estes aspectos escondidos, dentro do saco. E assim andamos cansados e sem energia para viver a plenitude da vida.
Ao percorrer o Caminho da Sombra podemos começar a abrir o saco e espreitar para dentro de nós. Começamos a ver todos as nossas qualidades que em alguma altura da nossa vida decidimos que não deveriam fazer parte de nós. Este saco, muitas vezes com um peso brutal, quando começar a ser exposto à luz irá mostrar-nos quem somos de verdade. Irá mostrar-nos a totalidade que somos. E irá permitir-nos sermos completos.
Uma das formas de descobrir a sombra é estar atento aquilo que faz sem querer.
Quando se encontra a repetir um padrão comportamental involuntário pode ter a certeza que a sua sombra é quem está a controlar a sua vida. Outra forma ainda de descobrir a sua sombra pode ser feita através do fenómeno que se chama projecção. Jung afirmava que só conseguimos ver nos outros o que já se encontra em nós. O que tem tendência a criticar e julgar nos outros? É a sua sombra. Não é fácil de descobrir que faz precisamente aquilo que critica porque fá-lo de tal maneira que não se apercebe.
Sempre que der por si a reagir de maneira inapropriada ao comportamento de outros pode ter a certeza que se trata de uma projecção da sua sombra.
Efectuar o Caminho da Sombra significa acender as luzes sobre a totalidade que é. Trazer para a luz os seus aspectos deserdados e rejeitados. Uma oportunidade de explorar o mundo interior que tem o poder de controlar a sua vida por forma a tornar-se mais de quem é. Uma oportunidade de fazer as pazes com as mágoas, as vergonhas, as culpas, as raivas e os medos do passado. Sobretudo é uma forma de abraçar, aceitar e amar a totalidade que é e aprender a utilizar todas as suas qualidades para manifestar a vida que deseja para si.
No centro de cada sombra humana há uma fonte de poder ilimitado. A nossa sombra é como uma mina de ouro escondida à espera de ser encontrada. Nesta mina há criatividade, coragem, auto-estima, amor, compaixão e todas as ferramentas necessárias para avançar na sua vida.
FONTE: in "A Sombra Humana", Emídio Carvalho (Terapeuta de Reflexologia)
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